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Wednesday, July 28, 2010

Perguntas mais frequentes: que criaturas aparecem em Crónicas Obscuras – A vingança do lobo?


Vampiros, várias raças de lobisomens e um wendigo. Normalmente, só refiro estes porque não gosto de revelar demasiado.

Se quiserem saber mais sobre estas espécies, é só clicarem, o blog está pejado de informações sobre eles.

Friday, December 18, 2009

Lobisomens: a hierarquia dentro dos clãs I – a regra

Tal como nas relações entre as diferentes tribos, a hierarquia de um clã licantropo prende-se com razões de poderio físico, assim como sanguíneas, sendo difícil entender qual delas surgiu primeiro. Na verdade é praticamente impossível observar uma sem a outra.

Os fenrisnianos vêem-se como superiores hierárquicos naturais dos infectados porque nasceram lobisomens. Por outro lado, essa mesma bitola também significa que os fenrisnianos são geneticamente mais fortes e rápidos que os parentes infectados, o que no ponto de vista dos primeiros justifica a sua supremacia sobre os segundos.

Em sumo, para os lobisomens a força rege tudo, cabendo aos fortes comandar e os demais seguirem-nos.

Thursday, September 17, 2009

Humanos pelos olhos dos fenrisnianos


Ao contrário dos infectados que nasceram humanos, os fenrisnianos vieram ao mundo 100 % licantropos e para eles qualquer material genético humano que pudesse ter estado no seu sangue ter-se-á perdido milénios antes, no tempo em que os primeiros primordiais foram criados por uma entidade obscura.

Vêem-se a si mesmo como predadores e defendem a lei do mais forte. Como tal desprezam os humanos por serem um espécie mais fraca. Verdade seja dita, para os fenrisnianos todas as espécies são mais fracas, mesmo que essa não seja a realidade.

Calculam como eles se sentem por serem obrigados a esconder-se e a jogarem pelas regras de uma sociedade que consideram inferior à sua? Infelizmente, queixarem-se é a única coisa que podem fazer, uma vez que, mesmo com toda a superioridade física dos lobisomens, os humanos são muito mais numerosos e têm os odiosos Obliteradores do seu lado.

Além de mais, quem é que têm tempo para lutar contra a Humanidade quando já se está envolvido numa guerra tribal há milénios?

Sunday, July 5, 2009

Sociedade licantropa


Os primordiais embora sejam respeitados e venerados pelas outras duas raças, como seus antepassados, não fazem parte da sociedade licantropa propriamente dita. Os poucos que ainda existem em liberdade vivem em pequenos núcleos familiares de progenitores e crias. Quanto muito, são acolhidos ou capturados quando se considera que é a única maneira de os preservar.

Assim, são os fenrisnianos e infectados que continuem a sociedade licantropa, um regime de clãs e castas, cuja hierarquia é baseada na legitimidade sanguínea e, simultaneamente, em parâmetros de uma espécie de sociedade de mérito darwiniana, em que o mais fortes se sobrepõe aos mais fracos.

Cada licantropo faz parte de um clã, uma tribo, no sentido de uma família alargada. Nesse clã, cada indivíduo, inclui-se em uma das castas dependendo da sua raça, ou seja, infectados com infectados e fenrisnianos com fenrisnianos, sendo estes últimos a casta dominante.

Não existe qualquer mobilidade entre as castas. Um infectado nunca poderá alcançar cargos cimeiros. Porém, a hierarquia dentro das castas é muito mutáveis.

Em futuros posts falarei no que consiste a mutabilidade dentro dos clãs e castas, pormenores da hierarquia e, talvez o mais interessante para entender a interacção das personagens, como as diferentes tribos se relacionam.

Wednesday, June 17, 2009

Infectados: o nascimento


Sendo, basicamente, humanos que foram contagiados pelo ADN licantropo, poder-se-ia supor que esta transformação é maioritariamente acidental. Na verdade, infecções acidentais são a excepção.

Apesar de mais fracos e de serem olhados, pelos licantropos de nascença, com seres inferiores ,devido às suas raízes humanas, o que os impede de alcançarem postos cimeiros dentro do clã, são igualmente, uma excelente maneira de manter ou repor o número de efectivos. Afinal, enquanto um fenrisniano tem de nascer e crescer, a uma ritmo muito similar ao dos humanos, antes de poder ser útil ao clã, os infectados, podem sê-lo numa questão de dias. Basta recrutar um humano adolescente ou adulto, com o tipo de personalidade certa, infectá-lo e persuadi-lo a entrar para as fileiras do clã (não necessariamente por esta ordem).

Além desta questão estratégica, os lobisomens, ao contrário dos vampiros que, normalmente, têm servos humanos, apenas trabalham de perto com outros lobisomens. Independentemente da raça, preferem sempre um licantropo em detrimento das demais espécies.

Não obstante, por vezes, acontecem acidentes. Nesse caso, por uma questão de segurança, o clã do licantropo que criou o infectado, não terá outra opção senão dar-lhe caça. Quando o capturam dão-lhe duas hipóteses, junta-se ao clã ou morre, pois não se podem dar ao luxo de deixarem escapar um lobisomem descontrolado que, inevitavelmente, irá atrair todo o tipo de publicidade indesejada, colocando em risco todos os demais.

Monday, June 15, 2009

Infectados


Quando a maioria das pessoas pensa em lobisomens, pensa nos deste tipo.

Em tempos humanos, entram no mundo dos licantropos quando são mordidos ou arranhados por lobisomens, de qualquer uma das raças, nas suas formas lupinas. A sua principal característica é que estão presos ao ciclo lunar para efectuar a transformação. Quer o desejam ou não, nas noites de Lua Cheia eles transforma-se em feras irracionais e esfomeadas. 

Os fenrisnianos mantêm as mesmas capacidades intelectuais em ambas as formas, mas para os infectados transformados nada mais existe do que a vontade de saciar a fome imposta pelos seus novos corpos.

Apesar de serem uma das raças mais antigas são também a mais fraca, mesmo quando transformados. Uma vez que nasceram humanos os seus corpos não estão preparados para grandes mutações. As garras e pêlo crescem, os músculos insuflam um pouco e os maxilares alargam, ligeiramente, para receberem dentes mais afiados, porém, nada mais, e tudo isto com uma considerável dose de dor. Na sua forma humana não têm nada de extraordinário além de um olfacto mais apurado e uma maior ligação aos instintos animais latejantes, que lhes permite aceder a uma agressividade extrema em lutas.