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Friday, January 28, 2011

Soundtrack - Marla Fenrison

"Hell know no fury like a woman scorned", este quase podia ser o lema da ambiciosa, vingativa e rancorosa líder do clã licantropo Fenrison, Marla. Por isso, acho que "What have you done" dos Within Temptation seria uma boa escolha para a sua banda sonora.

Se  acham que não, força aí nas alternativas.

Thursday, January 6, 2011

Soundtrack - Torn Fenrissky

Duas candidatas para a banda sonora deste líder licantropo:

"King of Kings" dos Motorhead

ou

"Gimme The Prize (Kurgan's Theme)" dos Queen

Qual delas acham que encaixaria melhor com Torn Fenrissky?

Monday, January 3, 2011

Casting: Candidatos - Torn Fenrissky

Já que ninguém se chegou à frente com propostas, avançaremos com os restantes Soundtrack e Casting: Candidatos antes de passarmos à fase seguinte.

Começamos o ano com uma personagem que pessoalmente adoro odiar, o líder do clã licantropo Fenrissky. Apenas foram avançadas duas possibilidades pelo público e acho que a escolha é evidente:

Liev Schreiber


Paul Michael Levesque (AKA Triple H)

A não ser que o Hugh Jackman fique com o papel de Lance, Liev Schreiber parece-me a escolha óbvia. O que acham?

Thursday, June 10, 2010

Crenças licantropas II: vingar os mortos


  Embora a maioria dos clãs não possua rituais fúnebres, os lobisomens veneram os seus mortos, particularmente aqueles que precisam de apaziguamento.

  De acordo com crenças licantropas, o espírito de um ente querido por vingar fica preso àqueles que amara, atormentando-os com horríveis pesadelos ou mesmo alucinações.

  Entre os humanos, tal tormento poderia ser parado destruído o restos mortais do fantasma, quebrando assim a ligação ao plano terreno, ou exorcizando-o, porém, segundo os lobisomens, para eles, tais solução são inúteis. Na sua cultura, ao nutri qualquer espécie de afecto por outrem, deixamos um pouco da nossa própria Energia Vital no indivíduo, uma espécie de "impressão digital espiritual" que não pode ser apagada e que faz as vezes dos restos mortais, permitindo ao fantasma permanecer ancorado no plano terreno. Assim, de acordo com os lobos, para libertar o espírito é preciso eliminar aquele que o assassinou, dando-lhe a justiça que deseja.

  És verdade? “Colar-se-ão” estes espíritos aos seus antes queridos ou terão os pesadelos e alucinações uma origem menos mística e mais psicológica? Independentemente da resposta, vingar os mortos continua a ser um importante acto religioso e social para os licantropos.

"Werewolf Blood" by William Wraithe

Friday, June 4, 2010

Crenças licantropas I: veneração de Fenris

  Embora estejam cientes que Fenris era mortal, com todas as limitações inerentes a essa condição, os lobisomens veneram-no com o fundador da raça fenrisniana e como o primeiro licantropo a ter conseguido mudar entre a forma humana e a lupina.

  De facto, é sobre o falecido Fenris que assenta toda estrutura das relações entre os clãs. Fenris foi o primeiro e único Rei dos Licantropos, tendo sido a sua morte que criou os clãs de lobisomens, à medida que os seus descendentes e apoiantes, combateram pelo direito ao trono.  

  Ele é a bitola perante a qual todos os líderes de clã são medidos e só as tribos que provam, sem sombra de dúvidas, que partilham com ele laços de sangue têm o direito de se auto-denominarem “filhos de Fenris”, alcançando o topo da hierarquia entre os clãs.

Friday, April 30, 2010

Câmaras de Transformação


  Apesar das origens selvagens, os licantropos fenrisnianos e infectados aprenderam que nas cidades têm melhores hipóteses de se camuflarem na sociedade humana, assim como, acesso a mais recursos financeiros. Cruciais para esta camuflagem sãos as Câmaras de Transformação.
 
  Estas celas fortes e bem isoladas servem para conter os licantropos infectados durante as Luas Cheias, quando, inevitavelmente, se transformam em feras irracionais, evitando, deste modo, risco de exposição desnecessários.

  Construídas normalmente em caves, todos os clãs as têm e embora não exista uma fórmula oficial para a sua edificação tendem a possuir as seguintes características: 6 por 6 metros; 4 metros de altura; paredes  com 3 metros de espessura e porta, com metro e meio de grossura, cuja abertura só é possível pelo exterior através de uma espécie de escotilha, com trancas de 20 centímetros de diâmetro, posicionadas em redor.
  Embora a sua função principal seja conter os infectados durante as Luas Cheias, a robustez torna-as extremamente eficazes como prisões.
Obviamente a entrada da maioria delas não tem um  aspecto tão elaborado, mas dá para ficarem com uma ideia 

Tuesday, April 27, 2010

Lobisomens: combate pela liderança


  Segundo as regras, qualquer lobisomem fenrisniano nascido no clã tem o direito de desafiar o regente pela liderança num combate oficial, porém, este pode negá-lo, sendo preciso o desafiante ter o apoio de fenrisnianos em número suficiente, para que o líder seja obrigado a entrar na arena.
  A existência do combate oficial significa que o candidato tem hipóteses de ascender, uma vez que se trata de uma luta de um para um, sem interferência externa. Contudo, se alguém tentar eliminar o líder e usurpar o posto fora do processo legal ou fizer batota durante a luta, qualquer licantropo tem o direito e dever de o impedir, eliminando-o.

Wednesday, April 14, 2010

Lobisomens: quem lidera?

  No universo de Crónicas Obscuras, o chefe de um clã licantropo, o alfa, é sempre o guerreiro mais poderoso, seja macho ou fêmea. Na mentalidade dos lobisomens um líder forte faz um clã forte. Não respeitam um comandante se ele não for um bom lutador, independentemente de quão inteligente seja.

  Só os membros da casta dos fenrisnianos podem candidatar-se ao cargo de chefe de clã, desafiando o líder reinante e qualquer possível candidato.

Thursday, January 14, 2010

Algoz III – o caso do clã Fenrison


  Os Algozes são indivíduos perturbados e obcecados com o seu trabalho que não só se mantêm longe de qualquer outra função dentro do clã, como da maioria dos seus membros, vivendo em isolamento.

  No clã licantropo Fenrison, o Algoz vive na Plataforma, a base/prisão aquática da tribo, contribuindo para a má reputação deste local. Entre ele e as criaturas que vigiam as águas que circundam a Plataforma, o resto da guarnição não tem qualquer razão para gostar particularmente desse posto…

Monday, January 11, 2010

Algoz II – o indivíduo


  Cada clã que opta por possuir este cargo tem um único lobisomem para executar o trabalho. O licantropo em questão é escolhido desde tenra idade, por vezes mesmo à nascença, pelo anterior Algoz e treinado pelo mestre para o suceder. O seu método de ensino é cruel e sádico, pois para aprender as técnicas o aluno é obrigado a experienciá-las.

  O Algoz é um estudioso do sofrimento, especializando-se nas técnicas que mais flagelam os membros da sua espécie. Um mestre da tortura física e psicológica, que sabe quando ferir e quando poupar, torturando as suas vítimas em intervalos de alívio polvilhados de esperança, apenas para voltar à carga. Ser colocado ao cargo de um Algoz não é um castigo rápido, mas antes uma penitência prolongada. O torturador profissional não se limita a tratar das suas vítimas numa sessão, muito pelo contrário, sabe perfeitamente como tirar o máximo de sofrimento com o mínimo de danos, para alongar o castigo.

Friday, January 8, 2010

Algoz I – o cargo


  Em termos simples, um Algoz é um torturador profissional, um licantropo (normalmente fenrisniano) cujo único trabalho no clã consiste nessa especialização. Nem todos os clãs possuem este cargo, contudo, os que têm consideram-no indispensável ao seu funcionamento, dependendo dele para sacar informações e castigar infractores.

  O nome Algoz é das poucas coisas patentes de provocar medo nos corações dos lobisomens, sendo este temor instigado nos restantes membros do clã como um dissuasor de transgressões.

  Curiosamente, são os clãs mais moderados que possuem Algoz, uma vez que para os outros qualquer crime contra a tribo é punido da mesma maneira: morte. Só os clãs com sistemas penais mais complexos carecem de um indivíduo especializado em incutir medo e dor a criaturas tão resistentes e violentas.

Sunday, December 27, 2009

Licantropos: escala de importância



Este esquema ilustra os elementos que são importantes na vida de um licantropo. Quanto menor for o quadrado maior será a relevância dos agrupamentos dentro dele para o lobisomem.

Monday, December 21, 2009

Licantropos: a hierarquia dentro do clã II – a divisão


Em termos simples cada clã é maioritariamente constituído por duas castas: infectados e fenrisnianos, sendo a última sempre hierarquicamente superior à primeira. Contudo, dentro destas castas propriamente  ditas existe mobilidade social, baseada nos méritos individuais, nomeadamente, nas capacidades de combate e nos conhecimentos especializados úteis ao clã.

Assim tomemos por exemplo, um fenrisniano que seja filho ou filha do líder do clã. À partida tem, pelo simples facto de ter vindo ao mundo, uma posição de destaque no clã, contudo, no mundo extremamente competitivo e bélico dos licantropos se esse filho ou filha não for forte o suficiente para defender o seu estatuto perdê-lo-á e pode mesmo ir parar ao fundo da pirâmide. Acabaria por ser uma sociedade com bastante mutabilidade, não fosse o facto de, por muito baixo que esse filho ou filha tombe, será sempre hierarquicamente superior a um infectado.

Friday, December 18, 2009

Lobisomens: a hierarquia dentro dos clãs I – a regra

Tal como nas relações entre as diferentes tribos, a hierarquia de um clã licantropo prende-se com razões de poderio físico, assim como sanguíneas, sendo difícil entender qual delas surgiu primeiro. Na verdade é praticamente impossível observar uma sem a outra.

Os fenrisnianos vêem-se como superiores hierárquicos naturais dos infectados porque nasceram lobisomens. Por outro lado, essa mesma bitola também significa que os fenrisnianos são geneticamente mais fortes e rápidos que os parentes infectados, o que no ponto de vista dos primeiros justifica a sua supremacia sobre os segundos.

Em sumo, para os lobisomens a força rege tudo, cabendo aos fortes comandar e os demais seguirem-nos.

Sunday, November 22, 2009

Starwind


  Os Ocultos mais ricos como, por exemplo os clãs licantropos têm de fazer uso de um sem número de subterfúgios para gerirem os seus bens, de modo a que os Obliteradores não dêem com eles através do capital. Empresas de fachada, parceiros humanos (que muitas vezes não sabem que estão a sustentar seres sobrenaturais), investimentos na Bolsa, etc. Em suma, um Oculto esperto tem dedos em muitas tartes e procura não se comprometer com nenhuma.

  O clã licantropo Fenrison faz o mesmo, envolvendo-se num vasto leque de actividades legais e ilegais relacionadas com as entradas e saídas do porto de Nova York, usando como fachada uma empresa chamada Starwind. Para o resto do mundo Starwind não passa de uma empresa de importações e exportação, desconhecem que no último andar da sua sede fica o escritório de Marla Fenrison, a líder de um dos maiores clã de lobisomens na costa Este dos Estados Unidos da América.

Tuesday, October 13, 2009

Clã licantropo: Fenrissky


Um dos mais importantes clãs de Nova York.

Têm fama de serem muito duros e exigentes, especialmente na imposição de regras e princípios dentro das suas próprias hostes. Crimes que noutros clãs são punidos com prisão ou exílio, entre os Fenrissky são levados à pena capital.

Apesar de todo este rigor são um dos clãs com população mais numerosa, ultrapassando em muito os seus principais rivais: os Fenrison.

Wednesday, September 9, 2009

Clã licantropo: Fenrison


  Podendo apelidar-se literalmente de “filho de Fenris”, os Fenrison são, por direito sanguíneo, um clã de elevada posição dentro da sociedade licantropa. Contudo, tal como todas as outras tribos tiveram de fazer mais do que encostarem-se aos louros para sobreviverem.

  Os Fenrison de Nova York (um dos maiores clã da cidade) são na verdade parte de um clã bipartido. No ano de 1849 os Fenrison "originais", sediados na Europa, autorizaram a criação de uma segunda facção que devia ser mandada para o Novo Mundo.

  Dedicarei um post há explicação deste fenómeno (até porque terá alguma importância no seguintes volumes da colecção), porém, por agora basta reter que, actualmente, existem dois clã Fenrison: um na Europa e outro na América, cujos líderes se encontram em plano de igualdade.

  Os Fenrison são o clã mais rico de Nova York. Apesar de terem vários negócios e investimentos, grande parte do seu capital advém do controlo, directo e indirecto sobre as embarcações que entram e saem do porto da cidade, permitindo-lhes o acesso a muitas actividades, algumas legais e outras nem por isso.

Tuesday, September 8, 2009

Licantropos: Guerras dos clãs


  Desde a morte do Grande Lobo, Fenris, o Rei dos Licantropos, que os clãs se digladiam por recursos e, especialmente, por território. Tendo herdado, dos seus antepassados lobos, os instintos naturais de preservação do território de caça, possuem também a competitividade obsessiva dos humanos. Juntas, estas duas características, criaram uma feroz territorialidade.

  O que não significa que a guerra entre as tribos seja selvagem e totalmente desprovida de regras. Apesar de haver um grande nível de ódio envolvido, existem também questões hierárquicas entre os clãs que todos eles respeitam.

  Assim, tal como em vários aspectos da vida licantropa, a ascendência têm um grande valor. Aqueles clã que tem o direito de se apelidar de “filhos de Fenris” (Fenrison ou Fenrises, por exemplo), sem qualquer contestação, tem um certo estatuto que lhes garante supremacia face aos demais. Supremacia no sentido de superioridade hierárquica base, não significando, de modo nenhum, que os outros clãs sejam governados sobre a sua égide.

  Quanto aos restantes clãs, relacionados com descendentes ou demais familiares do Grande Lobo, mas não directamente ligados a este, têm de se sujeitar a uma atraso hierárquico inicial face aos demais.

  Porém, o sangue, por si só, não rege o mundo licantropo. Se um clã não for forte o suficiente para se suster face às adversidades, não existe “bom sangue” que o salve do declínio ou da extinção.
"Odin and Fenris" (1909) por Dorothy Hardy