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Tuesday, July 5, 2011

Behind the scenes: “Sonho com um Natal Azul” (2º conto)

  Este foi primeiro de uma série de contos natalício de dark fantasy concebidos para o concurso da antologia “Pesadelo de uma Noite de Natal”, promovida pela Antagonista Editora, por intermédio da Colecção Mir, cujo regulamento estipulava que: “O enredo do conto deve desenrolar-se, obrigatoriamente, na noite de 24 de Dezembro (véspera de Natal) numa localidade existente no território português.”

  Tendo tomado o gosto pela escrita de contos aceitei o desafio, aguçado pela especificidade dos parâmetros. Para a “localidade existente no território português” escolhi não uma, mas duas, dividindo-se a acção entre o cemitério de Buarcos e a casa do protagonista, na Figueira da Foz. O enredo foi desenvolvido em redor de dois elementos: Depressão Natalícia (daí o nome) e necromancia, tendo o último permitido usar algumas das criaturas presentes em “O Pergaminho de Fenris”.

 Figueira da Foz

Buarcos

Friday, May 21, 2010

Necromantes, os senhores dos mortos


Não quero entrar em grandes pormenores sobre estes fazedores de magia pois isso seria enveredar por spoilers. Quando conseguir publicar o segundo livro de Crónicas Obscuras voltaremos a falar...

Contudo, desde já, gostava de esclarecer uma coisa sobre os necromantes em Crónicas Obscuras: eles controlam os mortos, nomeadamente os fantasmas e outras variantes (de novo ainda não quero ir por aí), porém, não os vampiros. Sim, os filhos da noite são mortos-vivos, mas a sua natureza específica coloca-os longe do controlo dos praticantes de necromancia.

Quando aos senhores dos mortos é tudo o que tenho a dizer por agora, mas espero em breve poder contar-vos mais sobres estes fazedores de magia com tremendo potencial literário.

Tuesday, May 18, 2010

Fazedores de magia - especializações: necromancia

Embora historicamente necromancia seja a arte de invocar os mortos para através deles fazer adivinhações, em anos mais recentes a cultura popular tem incluindo nela a capacidade de controlar os mortos de modo a levá-los a interferir no mundo físico.

Crónicas Obscuras segue a tendência mais recente e os motivos para essa opção são simples:

  1 – é muito mais apelativa literariamente.

  2 – a habitual mitologia necromante não coincide com o universo de Crónicas Obscuras. Passo a explicar, o princípio base atrás da chamemos-lhe "necromancia clássica" é que os após a morte os espíritos deambulam numa espécie de mercado ou praça sobrenatural onde falam uns com os outros, podendo aceder a informações para lá do espaço e do tempo, ora em Crónicas Obscuras, os mortos, nomeadamente, os fantasmas, são espíritos que ficaram presos no plano terreno, pelos mais diversos motivos, alma atormentadas que não perdem tempo a socializar.